segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Privatização da água

Quando não se sabe para onde vamos, todos os caminhos estão errados, e assim continuamos tal e qual um jogador de casino, falhando, mas continuando apostar na sorte, até ao último bem.
Ficámos a saber que entre 1999 e 2013 as empresas públicas contrataram 1777 swaps (atingem o valor astronómico de 335 mil milhões de euros). E assim continuamos com a privatização da água, a água é a vida, mas também um património da comunidade, da nação, de todos nós, que não podemos deixar que seja negociado num tabuleiro de casino por mercenários que nos fazem representar, sem nos auscultarem por tal medida importante.
Se nos chamarem a defender a Pátria, vamos defender o quê ?
Que património, já pouco nos vai restando, o único património que vai ficando é esta classe política alheia a qualquer interesse nacional.


Tudo o silêncio que houve na campanha eleitoral das autarquicas sobre este assunto, será por conivência ? 
Convém lembrar a quando da aplicação de taxas nas scut's, todos os presidentes de câmara saltaram a terreno a defender os interesses dos munícipes.
Talvez a privatização da água, seja deveras um caso de menor importância.

 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Tribunal Constitucional e Constituição Portuguesa


Qualquer governo que venha dum sufrágio eleitoral, sabe à partida, que ao tomar posse têm que reger a sua governação na base da Constituição Portuguesa, sendo esse compromisso,  vigiado pelo Presidente da República, o qual jurou também a defesa da Constituição, e também , pelo Tribunal Constitucional  quando chamado a pronunciar-se. Quando vejo o nosso governo sucessivamente a optar por subverter a Constituição, e fazendo pressões sobre o Tribunal Constitucional, pressões essas também exercidas pelo Presidente da Comissão Europeia  (Durão Barroso), referindo-se às medidas sujeitas à avaliação do Tribunal  Constitucional, que  se forem chumbadas “temos o caldo entornado”, numa clara ingerência dos assuntos nacionais, levam-me a pensar, se estes senhores não serão mercenários. Isto porque, não vejo quaisquer comentários,

relativo à notícia de 2013/NOV/21 “O TribunalConstitucional alemão só se pronunciará no próximo ano sobre o programa de compra de dívida pelo Banco Central Europeu“, no pensamento mais exacerbado (ou não), talvez ainda venhamos a assistir a uma pronúncia do TC alemão, indincando as medidas que o TC português deverá tomar, para estes senhores então, ficarem satisfeitos, com a sua glória única.